21 de nov de 2013

Petismo local desautorizado a solidarizar-se com mensaleiros




A ordem no PT-PR é clara: de escândalos já basta o caso Gaievski. Temendo que o mensalão respingue na candidatura de Gleisi em 2014, o petismo nativo foi desautorizado a prestar solidariedade aos mensaleiros José Dirceu e José Genoíno, presos na última semana.

Em um documento organizado pelo deputado Zeca Dirceu, intitulado "Manifesto de repúdio às prisões ilegais", o único paranaense filiado ao partido que o assinou foi justamente Zeca Dirceu, que é filho de José Dirceu.

Nada de assinatura de Gleisi, Paulo Bernardo, Gilberto Carvalho, Andre Vargas, Enio Verri (presidente reeleito do PT-PR), Ângelo Vanhoni, Dr. Rosinha, Assis Couto, Elton Velter, Tadeu Veneri, Roseli Isidoro, Mirian Gonçalves, Luciana Rafagnin, Toninho da Fazenda, Zeno Minuzzo, Jorge Samek, Marcos Cordiolli, Roni Barbosa, Pedro Paulo, Johny Stica, Professora Josette, André Passos, Sinval Dias dos Santos entre outros petistas do alto e baixo clero.

"A decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal de mandar prender os réus da Ação Penal 470 no dia da proclamação da República expõe claro açodamento e ilegalidade. Sem qualquer razão meramente defensável, organizou-se um desfile aéreo, custeado com dinheiro público e com forte apelo midiático, para levar todos os réus a Brasília", diz um trecho do manifesto.

Quase todos os diretórios estaduais do partido, a direção nacional e o ex-presidente Lula já deram declarações de apoio aos presos. No PT do Paraná, impera a lei do silêncio.

Postar um comentário