Contagem Regressiva

7 de ago de 2016

A procura de Pokémon

Bem! Na semana passada vi aqui no face, a imagem do desenho do menino procurando pokemon (que ate então nem sabia disto) e nem dei atenção.
nesta 4ª feira meu filho me disse: mãe meu celular não acha pokemon, ele é ruim demais. Também não dei atenção e pensei que fosse só uma linguagem para criticar o aparelho simples.
Na 5ª feira cheguei para almoçar e meus dois filhos estavam se divertindo juntos com um único celular. Perguntei:o que estão rindo: estamos procurando Pokemon no quintal. Comecei a ter noção daquilo e me abri para observar melhor meus filhos.
entrei na cozinha, almoço quase pronto (só aguardando o fogo). Afinal ambos estuda pela manhã e chegam meio dia em casa.
pensei comigo " fizeram a obrigação".
Hoje lendo os posts percebo que este jogo virtual é mais um motivo para diferentes posturas: o lado dos que criticam e o lado de quem joga e por isso defende.
Penso que, os jogadores e os críticos estão certos.
De um lado, os jogadores que estão se aproveitando das janelas que a tecnologia abre para se divertir.
do outro lado. os críticos estão certos pois fazem o papel da retomada de consciência e atenção para os perigos da alienação virtual.
è importante que ambos se posicionem de modo que entendam que a sociedade caminha a passos largos e nós humanos não podemos perder de vista a grande luta que temos que travar contra tudo que nos aliena, (nem tão céu, nem tão inferno).
Eu defendo a seguinte posição:
 - quem gosta, brinque, aproveite os tempos modernos, mas não deixe seu tempo ser corrompido por isso (nossos filhos tem tarefas a cumprir, nós mulheres e homens temos deveres de casa e do trabalho, além de nossa necessidade de reflexão sobre homem na sociedade moderna) às vezes existem pessoas que deixam sua vida para viver o virtual;
- Quem critica, use a metodologia de redigir pontos negativos no jogo para o cérbero humano, para a vida em família, para as obrigações.
Sei que poucos irão ler. Afinal este texto é longo e o Brasil não pe um país de leitores, mas por meio desta escrita, organizei meu pensamento, combati os esteriótipos que eu mesma tinha e continuo minha função de educadora, onde a filosofia que acredito é: formar cidadãos conscientes.
Por Professora Ivanda Ribeiro

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